E então… eu sou feita da minha escrita.

A novidade antiga é que a escrita me define. Ela descreve meus achados de pesquisa, minhas impressões da atividade clínica, as sutilezas que percebo. Cabe escrever a quem sente muito e a quem se intoxica com percepções não compartilhadas. Cabe verter-se em palavras a quem se derrama de amor e dor, a quem se dissolve por aqui e ali. A mim cabe a escrita. Em hora curta e por toda a vida.

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